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Estrutura tributária além da logística. É isso que define o custo real do comércio exterior, dizem especialistas

Discussão sobre eficiência no comércio exterior ganha espaço na Intermodal, que reúne grandes players do setor e evidencia a participação de empresa catarinense no debate

Assessoria de imprensa - NZBT Comunicação - Texto: Douglas Nazario / Jornalista SC - 02216JP
Estrutura tributária além da logística. É isso que define o custo real do comércio exterior, dizem especialistas Durante o evento, a Vinde apresenta ao mercado o Scan Experience, uma solução baseada em dados públicos que permite às empresas realizarem uma breve análise de suas operaçõe

O comércio exterior brasileiro vive um momento de transformação estrutural que vai além da logística e do transporte de cargas. Em um cenário de novas exigências regulatórias, avanço da digitalização e pressão por eficiência, a competitividade das empresas passa, cada vez mais, pela forma como estruturam suas operações, inclusive do ponto de vista tributário.

É nesse contexto que a Intermodal South America 2026, realizada entre os dias 14 e 16 de abril, no Distrito Anhembi, em São Paulo, se consolida como o principal ponto de encontro da cadeia de comércio exterior na América Latina. O evento reúne mais de 40 mil profissionais, centenas de marcas e representantes de diferentes países, conectando setores como transporte, logística, tecnologia e operações internacionais.


Mais do que uma feira de negócios, os participantes da feira devem refletir uma mudança de mentalidade no setor: eficiência não está apenas na movimentação da carga, mas na estrutura completa da operação.

É nesse espaço que uma empresa do Sul catarinense busca ampliar sua presença no debate nacional. A Vinde, empresa de Inteligência Tributária, participa da edição de 2026 levando soluções voltadas à gestão estratégica de regimes aduaneiros, compliance e estruturação fiscal de operações de comércio exterior.

Eficiência além da logística

Dados do comércio exterior brasileiro indicam que o país movimenta mais de US$ 600 bilhões por ano em corrente de comércio. Apesar desse volume, empresas ainda enfrentam gargalos estruturais que vão além da infraestrutura logística, como complexidade tributária, burocracia e dificuldade de acesso a regimes especiais que poderiam reduzir custos operacionais.

Na prática, isso significa que parte da competitividade das empresas brasileiras não está apenas na capacidade de transportar mercadorias, mas em como estruturam seus processos fiscais e aduaneiros.

“Todo mundo olha para a logística como fator central do comércio exterior, mas a estrutura tributária da operação é o que define o custo real. A correta utilização do NCM e do cClassTrib, bem como Regimes Especiais bem aplicados impactam diretamente compliance aduaneiro, margem, fluxo de caixa e capacidade de expansão”, afirma Maurício de Moura, CEO da Vinde.

Segundo ele, a presença na Intermodal reforça esse posicionamento. “Estar nesse ambiente é participar das discussões que estão moldando o futuro do comércio exterior. A operação está cada vez mais integrada, e isso exige uma visão que una logística, tecnologia e estratégia tributária”, completa.

Tecnologia e inteligência aplicada

Durante o evento, a Vinde apresenta ao mercado o Scan Experience, uma solução baseada em dados públicos que permite às empresas realizarem uma breve análise de suas operações, identificando oportunidades tributárias e comparando seu desempenho com outras organizações do mesmo segmento. Esta é uma amostra do diferencial que uma especialista em análise de dados tributários pode oferecer para a operação de comércio exterior.


O estande da empresa foi projetado para refletir essa proposta. Com ambiente imersivo e tecnológico, o espaço prioriza a escuta ativa e o diagnóstico das operações dos clientes, com apoio de um totem interativo que demonstra, na prática, a realidade das estratégias tributária da empresa frente ao seu setor.

“Nosso objetivo não é apenas apresentar um diagnóstico rápido, mas ajudar as empresas a entenderem onde estão perdendo eficiência. Muitas vezes, existem benefícios fiscais disponíveis que não são utilizados por falta de estrutura ou conhecimento técnico”, explica Maria Júlia Crocetta, Diretora de Cultura e Estratégia da empresa.

Além do lançamento, a empresa também destaca seu sistema de Catálogo de Produtos voltado à DUIMP, que auxilia na conformidade com o novo modelo de importação brasileiro, reduzindo riscos e garantindo maior segurança nas operações.

Novo cenário exige adaptação das empresas

A presença da Vinde na Intermodal também dialoga diretamente com o novo ambiente regulatório do país. A implementação do Novo Processo de Importação (NPI) e da Declaração Única de Importação (DUIMP) aumentou o nível de exigência técnica das empresas, especialmente em relação à qualidade e consistência das informações prestadas.

Nesse cenário, erros operacionais podem gerar penalidades relevantes e até inviabilizar operações, ampliando a necessidade de gestão especializada.

“Não se trata mais apenas de importar ou exportar. As empresas precisam estruturar suas operações de forma integrada, com controle, previsibilidade e inteligência. Quem não fizer isso, perde competitividade”, avalia Mateus Borges, Head de Produtos.

Santa Catarina no cenário nacional

A participação da Vinde também reforça o protagonismo de Santa Catarina no comércio exterior brasileiro. O estado figura entre os principais polos importadores e exportadores do país, com forte presença industrial e logística, conectando setores como metalmecânico, cerâmico, alimentício, têxtil, químico e agronegócio.

Ao integrar um dos principais eventos do setor na América Latina, a empresa leva ao ambiente nacional uma leitura estratégica que vai além da operação logística, posicionando a inteligência tributária como elemento central da competitividade empresarial.

Um novo eixo de competitividade

A Intermodal 2026 evidencia uma mudança importante no comércio exterior: eficiência deixou de ser apenas uma questão operacional e passou a ser estrutural.


Em um cenário de alta carga tributária, avanço regulatório e transformação digital, empresas que conseguem integrar logística, tecnologia e gestão tributária tendem a operar com maior previsibilidade, menor custo e mais capacidade de crescimento.

É nesse ponto que a presença de empresas como a Vinde ganha relevância, não apenas como prestadora de serviços, mas como agente que contribui para ampliar o debate sobre competitividade no Brasil.





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