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Porto de Itajaí, Univali e Autoridade Portuária Federal assinam convênio para estudos de remoção dos destroços do navio Pallas

A remoção dos restos da embarcação permitirá, no futuro, a dragagem de adequação da Bacia de Evolução nº 2, que passará a contar com 530 metros de diâmetro, ampliando a segurança das manobras, a produtividade operacional e a competitividade do Porto

Assessoria de imprensa
Porto de Itajaí, Univali e Autoridade Portuária Federal assinam convênio para estudos de remoção dos destroços do navio Pallas Fabricado em 1891 e incorporado ao Brasil no mesmo ano, o Pallas era usado para carregar alimentos e passageiros entre Rio de Janeiro e Buenos Aires - Fotos Internet

A Superintendência do Porto de Itajaí realiza, na próxima segunda-feira, 25 de maio, às 10h, na Marina de Itajaí, a solenidade de assinatura do convênio com a Univali e a Autoridade Portuária Federal, por meio da Superintendência do Porto de Itajaí, para a realização dos estudos técnicos voltados à remoção dos destroços do navio Pallas, naufragado desde 1893 no canal de acesso ao Porto de Itajaí.

O ato representa um marco para a qualificação da infraestrutura aquaviária do Complexo Portuário de Itajaí. Localizados entre as boias 9 e 11, próximos à Bacia de Evolução nº 2, os destroços do Pallas impedem o aprofundamento daquela área e, consequentemente, limitam a capacidade futura de recebimento de navios de maior porte.

A iniciativa será conduzida com responsabilidade técnica, base científica e respeito ao valor histórico da embarcação, em diálogo com as instituições competentes de preservação do patrimônio.


Para o superintendente do Porto de Itajaí, Artur Antunes Pereira, a assinatura do convênio integra uma agenda de projetos estratégicos que começou com a retomada das operações do Porto sob a gestão do Governo Federal.

“Desde que o Governo Federal assumiu o compromisso com a retomada do Porto de Itajaí, esta pauta passou a ser tratada como prioridade. Primeiro, era preciso devolver o Porto à operação, garantir segurança institucional e recolocar Itajaí no centro da logística nacional. Agora, avançamos para os projetos estruturantes, aqueles que preparam o Complexo Portuário para o futuro. A remoção dos destroços do Pallas é um passo decisivo para qualificar o canal, ampliar a segurança da navegação e criar condições para receber navios de grande porte”, destaca Artur Antunes.

A remoção dos restos da embarcação permitirá, no futuro, a dragagem de adequação da Bacia de Evolução nº 2, que passará a contar com 530 metros de diâmetro, ampliando a segurança das manobras, a produtividade operacional e a competitividade do Complexo Portuário de Itajaí

A história do Pallas


Fabricado em 1891 e incorporado ao Brasil no mesmo ano, o Pallas era usado para carregar alimentos e passageiros entre Rio de Janeiro e Buenos Aires, e passava em Itajaí provavelmente para abastecer quando naufragou em 25 de outubro de 1893, durante a Revolta Armada 

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