CLAMED alerta para os riscos da automedicação e da combinação de chás e medicamentos no inverno
Segundo a especialista de suporte técnico farmacêutico da CLAMED, Amanda Caroline do Prado, o principal risco da automedicação, em casos de sintomas respiratórios, por exemplo, é que muitas vezes, sintomas semelhantes podem estar relacionados a doenças d
Divulgacao No inverno, período de alta de casos de gripes, resfriados e outras doenças respiratórias, por exemplo, a CLAMED (7° varejo farmacêutico do país, responsável pelas redes da Drogaria Catarinense e Preço Popular) orienta a população sobre os riscos à saúde pelo uso de medicamentos sem orientação profissional. E também faz um alerta com relação à combinação de medicamentos e chás, vistos como produtos naturais e inofensivos, mas que também possuem substâncias ativas que podem interagir com os medicamentos e alterar a segurança e eficácia deles.
Segundo a especialista de suporte técnico farmacêutico da CLAMED, Amanda Caroline do Prado, o principal risco da automedicação, em casos de sintomas respiratórios, por exemplo, é que muitas vezes, sintomas semelhantes podem estar relacionados a doenças diferentes, e o uso inadequado de medicamentos pode mascarar sinais importantes, atrasando o diagnóstico correto e o início do tratamento adequado.
“Um exemplo comum é o uso inadequado de antibióticos para tratar gripes e resfriados, que são causados por vírus. Nesses casos, o antibiótico não é eficaz na resolução do quadro e ainda contribui para o aumento da resistência bacteriana”, explica. “Além disso, o uso indiscriminado de medicamentos pode causar efeitos adversos, intoxicações, reações alérgicas e interações medicamentosas”, complementa.
“Outro risco frequente é a utilização de diferentes medicamentos para alívio dos sintomas, sem perceber que tem os mesmos princípios ativos na formulação. Isso pode levar a uma superdosagem acidental. Um exemplo é o paracetamol, presente em muitos medicamentos antigripais, que quando usado em doses altas aumenta o risco de lesões hepáticas”, enfatiza.
Já quanto aos chás, a especialista alerta que, embora sejam produtos naturais, eles também possuem substâncias ativas que podem interagir e prejudicar a ação de medicamentos. “Um exemplo é o chá de gengibre, utilizado por muitas pessoas durante quadros gripais, que pode interferir na ação de medicamentos anticoagulantes. Por isso, é importante sempre informar ao farmacêutico sobre o uso de chás, fitoterápicos, suplementos e medicamentos utilizados, dessa forma, ele poderá avaliar o quadro clínico e realizar uma indicação segura de tratamento”, ressalta.






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