André Bovenzi
O poder da pesquisa de satisfação
O cliente fala, os dados respondem.
Quem nunca saiu de um atendimento com aquela sensação de “nunca mais volto aqui”?
Ou, ao contrário, ficou tão satisfeito que indicou a empresa pra todo mundo?
Pois é — esses momentos, aparentemente simples, moldam o destino de marcas, produtos e até políticas públicas. E é justamenteaí que entra a pesquisa de satisfação: entender não apenas o que o cliente diz, mas o que ele realmente quer dizer.
Quando uma empresa mede a satisfação, ela está ouvindo mais do que opiniões — está ouvindo histórias. Cada resposta revela emoções, expectativas, frustrações e aprendizados.
E transformar isso em dado é o que diferencia gestores que agem por intuição daqueles que decidem com inteligência.
Na DNA Pesquisas, já vimos esse poder na prática:
🔹marcas que reformularam o atendimento e viram a fidelização disparar;
🔹órgãos públicos que ajustaram serviços e reduziram reclamações pela metade;
🔹empreendedores que descobriram que o problema não era o produto — era a comunicação.
Porque pesquisa de satisfação não serve apenas para confirmar o que está bom, mas principalmente para mostrar o que precisa melhorar antes que o cliente vá embora.
Ou, pior: antes que ele conte para todo mundo.
E se tem uma coisa que o mercado e o eleitorado têm em comum, é isso: ambos querem ser ouvidos.
Por isso, medir, interpretar e agir sobre a opinião das pessoas é o verdadeiro diferencial competitivo - seja para vender mais, prestar melhores serviços ou governar com mais empatia.
Curiosidade da semana
Uma pesquisa da DNA Pesquisas mostrou que 78% dos consumidores que se sentem ouvidos após uma reclamação voltam a comprar da mesma marca.
Mas entre os que não são respondidos, apenas 12% voltam.
Ouvir faz diferença. E os dados comprovam.
André Bovenzi
Diretor da DNA Pesquisas
Redes sociais:
Instagram: @andrebovenzi / @dnapesquisas
LinkedIn: André Bovenzi / DNA Pesquisas
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