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Léia Alberti

Limites que acolhem, verdades que educam

Amor também é dizer “não”

Bora Coprodução
Limites que acolhem, verdades que educam Limite como recompensa

Criar filhos é, todos os dias, um exercício delicado entre amor e firmeza. A gente quer ser porto seguro, quer que eles confiem, contem, se abram. Mas confiança não nasce só de conversa bonita — ela se constrói no dia a dia, nas pequenas atitudes, na coerência entre o que a gente fala e o que a gente faz. Estabelecer limites claros é uma das formas mais sinceras de demonstrar cuidado. Porque limite também é amor.


Aqui em casa, eu sempre repito: toda escolha tem uma consequência. Pode ser boa, pode não ser. E mais importante do que tentar consertar um erro, é ter coragem de admitir que errou. São crianças, vão errar — e muito. Faz parte. O que não pode é esconder, é fazer com que eu descubra pelos outros. Essa, sim, costuma ser a pior consequência. Porque quebra algo maior: a confiança. E reconstruir isso dá mais trabalho do que qualquer castigo.


A correção vem com amor, sempre. Mas vem com firmeza também. Porque criança precisa de direção, de disciplina, de entender o que é certo e errado — e que tudo tem um resultado. Por aqui, o “termômetro” é o celular. Fez tudo direitinho? Tem um tempinho. Relaxou nas responsabilidades? O tempo diminui. Esqueceu a lição, brigou, bagunçou? O celular some por dias. E quando a coisa é mais séria… pode ficar guardado por bem mais tempo. Funciona porque dói — e porque faz pensar. No fim das contas, não é sobre o celular. É sobre formar caráter, com diálogo franco, limites claros e, acima de tudo, presença de verdade. Por enquanto, está dando certo. E a gente segue… de salto ou de tênis, mas sempre com propósito.



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