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João Rodrigues, prefeito de Chapecó, tem trajetória marcada por desafios e conquistas

De fuzileiro naval a uma das figuras políticas mais importantes de Santa Catarina, a trajetória pessoal, profissional e política do prefeito João Rodrigues, de Chapecó, tem enredo sobrando para livros, filmes e séries.


João Rodrigues, prefeito de Chapecó, tem trajetória marcada por desafios e conquistas

A seguir, em entrevista
exclusiva, João Rodrigues, fala um pouco sobre sua história, gestão e planos
futuros-  

1. Como o senhor avalia sua
trajetória a frente da gestão de Chapecó?

Levo em consideração uma
avaliação que não é minha, mas é do povo de Chapecó, que me deu 83% de
aprovação nas urnas, na reeleição de 2024. Penso que essa é a melhor avaliação
que uma gestão pode ter, que é o reconhecimento pelo bom trabalho realizado. Trabalho
esse que vem sendo reconhecido por outros municípios de Santa Catarina e do
Brasil, que visitam Chapecó para conhecer nossas ações.

2. Qual a ação da sua gestão
que lhe deu mais orgulho de poder fazer?

Nós fizemos muitas, mas tem
três coisas que mais me marcaram nesses últimos quatro anos e meio. Primeiro
foi a pandemia da Covid. Naquele momento de muita dificuldade, em que perdemos
muitas vidas, foi decisiva a união da Administração Municipal e da sociedade
para ampliarmos o número de leitos no Hospital Regional e também a
transformação do Centro de Cultura e Eventos num hospital de campanha, o Centro
Avançado de Atendimento Covid, onde mais de 200 pessoas tiveram alta. Com isso
salvamos muitas vidas.

A segunda ação marcante foi
quando fomos a Arroio do Meio, após as enchentes no RS, no ano passado. Foi
marcante ver a recepção e gratidão das pessoas pelo que fizemos lá, quando
levamos mais de 200 voluntários, maquinário e muita solidariedade para o povo
gaúcho.

A terceira ação foi o o
Programa Mão Amiga, onde atendemos mais de 600 pessoas que estavam em situação
de rua. Até o início do mês 283 estavam recuperados e 88 em tratamento. Pessoas
que estavam na rua voltaram para suas famílias, voltaram a trabalhar e a
conviver com os filhos. Recuperamos a dignidade de muitas famílias e isso não
tem preço.

3. Qual demanda era uma
necessidade de décadas no município, e o senhor conseguiu realizar
?

Uma delas foi a abertura da
Avenida Getúlio Vargas, no Prolongamento Sul, que era uma obra esperada há 40
anos. A principal avenida de Chapecó estava interrompida. Com isso ela se
tornou a segunda maior avenida do Brasil em linha reta, com 8km. Além disso
interligou o Centro da cidade com a a região Sul do município, criando uma
alternativa de fluxo e desenvolvimento.

4. Chapecó passou por grande
transformação durante seus mandatos na prefeitura. Na sua avaliação, qual a
principal?

Quando assumi a Prefeitura, o
sonho das pessoas era ir para o litoral. Os terrenos tinham pouco valor.
Indústrias se instalavam em outros municípios pois não tinha incentivo do poder
público. Peguei uma cidade com aproximadamente 165 mil habitantes e atualmente
temos 282 mil habitantes, segundo a estimativa do IBGE. Entre as grandes
cidades está entre as que mais crescem no país, percentualmente. Agora as
pessoas querem vir morar em Chapecó. Só de imigrantes são mais de 23 mil. Aqui
tem emprego, qualidade de vida e desenvolvimento
.

5. Hoje a cidade de Chapecó é
uma referência em desenvolvimento econômico e qualidade de vida. Quais foram
suas atitudes como gestor, para que a cidade chegasse a tal ponto?

A primeira medida é incentivar
o empreendedorismo, a geração de empregos. Criamos três balcões de emprego,
colocamos pra funcionar o distrito Flávio Baldissera e criamos o novo distrito
industrial Luiz Henrique da Silveira. Desburocratizamos processos para abertura
de empresas, reduzimos o tempo para abertura de empresas de 48h para 3h em
média e, no primeiro semestre, tivemos saldo positivo de 3,7 mil vagas, ficando
entre os 50 melhores do país. Além disso o município investiu R$ 1,6 bilhão em
obras nos últimos cinco anos, o que está melhorando a infraestrutura do
município tanto para atender a demanda de crescimento da população, quanto para
gerar novos negócios, como os novos Pavilhões da Efapi e o Autódromo
Internacional, que terá a primeira pista asfaltada de Santa Catarina.

6. No que diz respeito ao
estado de Santa Catarina, qual sua opinião sobre a gestão governamental?

Penso que o estado poderia
avançar mais em vários aspectos. Nossa política para moradores de rua em
Chapecó é exemplo para o Brasil. Também ficamos várias vezes em segundo lugar
no país na Atenção Básica de Saúde, entre grandes cidades. O Estado tem vários
gargalos na infraestrutura, que precisam ser atacados com mais vigor.
Precisamos atender as demandas de cada região. Temos que investir mais no
ensino técnico e qualificação profissional. Na área de saneamento, não dá para
um estado como Santa Catarina ter um dos piores índices do país. Temos um
potencial enorme, um povo trabalhador e empreendedor. Tenho certeza que podemos
fazer muito mais.

7. Santa Catarina está
conhecendo um pouco mais sobre a EFAPI, através das apresentações regionais.
Por que o senhor decidiu fazer esta divulgação mais intensa do evento?

A Efapi é uma das maiores
feiras multissetoriais do país, com público de 500 mil visitantes e R$ 800
milhões de previsão de faturamento. Mas ela não é conhecida nem dentro do nosso
estado, que em outubro tem suas festas regionais. A nossa ideia é que Santa
Catarina conheça Santa Catarina. Vamos ter um dos maiores festivais da música
sertaneja do país e queremos que as pessoas conheçam Chapecó e vejam seu
potencial.

8. O que a EFAPI representa
para a economia e o turismo de Chapecó?

A Efapi gera milhares de
empregos diretos e indiretos, movimenta a economia nos setores de serviços,
alimentação, hospedagem, transporte, eventos e tantos outros. A cidade recebe
visitantes principalmente dos três estados do Sul. Ela é a nossa principal festa
e serve como uma vitrine para mostrar o que nós produzimos.

9. Por que EFAPI do Brasil?

Como temos um dos maiores
festivais da música sertaneja do país, resolvemos ampliar nossos horizontes e
mostrar o que a Efapi representa. A feira também mostra o crescimento e
desenvolvimento de Chapecó, que já é referência nacional em muitos aspectos.

10. Como o senhor prevê o
futuro de Santa Catarina e do Brasil?

Penso que nós vamos superar
este momento difícil. O Brasil é muito grande, tem uma riqueza natural imensa,
um agronegócio de ponta, só precisa ser bem administrado. E Santa Catarina pode
ser um dos líderes desse crescimento, pois conta com lideranças empresariais de
destaque, um cooperativismo forte e um povo trabalhador. Em muitas áreas somos
exemplo para o mundo e podemos fortalecer isso
.

 

Conhecendo melhor João
Rodrigues-

João Rodrigues nasceu em 23 de
março de 1967, em São Valentim/RS. É casado com Fabiana Paula Matte Rodrigues e
pai de Caroline e Maria Paula. Aos 15 anos de idade, mudou-se para
Fortaleza/CE, onde ingressou no Corpo de Agregados da Marinha do Brasil.
Posteriormente, foi aprovado no concurso do Corpo de Fuzileiros Navais do
Brasil, passou a residir em Natal/RN e em Duque de Caxias/RJ.

Iniciou a carreira de radialista
estagiando na Rádio Bandeirantes, no Rio de Janeiro/RJ. Foi radialista na Rádio
Centro Oeste, em Pinhalzinho/SC, e apresentador de televisão no Sistema
Brasileiro de Televisão (SBT), em Chapecó/SC.         Elegeu-se
Vice-Prefeito de Pinhalzinho, para o período de 1997 a 2000. Na eleição
seguinte, elegeu-se Prefeito no mesmo município, para mandato de 2001 a 2004.

Em 2002, candidatou-se à vaga de
Deputado Estadual para a Assembleia Legislativa de Santa Catarina, eleito com
48.549 votos. No final do ano de 2004, renunciou ao mandato no Legislativo
Estadual para assumir como Prefeito de Chapecó, eleito com 37.949 votos, pelo
PFL, para mandato de 2005 a 2008. Filiado ao Democratas (DEM), foi reeleito em
2008, com 59.386 votos.

 

 

Em 2010, pelo DEM, elegeu-se
Deputado Federal por Santa Catarina, com 134.558 votos. Licenciou-se do mandato
por quatro períodos, entre 2011 e 2014, e assumiu três vezes o cargo de
Secretário da Agricultura e uma vez o de Secretário da Agricultura e Pesca,
nomeado pelo Governador Raimundo Colombo.

Nas eleições de 2014, pelo PSD,
renovou mandato na Câmara dos Deputados, com 221.409 votos - o segundo mais
votado do pleito. Nas eleições municipais de 2020, Rodrigues disputou o cargo
de Prefeito de Chapecó, pelo PSD, e foi eleito em primeiro turno com 50.467
votos (47,66%).

Em 2024 foi reeleito prefeito de
Chapecó, para o quarto mandato, com 99.320 votos, o que correspondeu a 83% dos
votos válidos.  Já recebeu vários prêmios,
Prefeito Empreendedor do Brasil, Sebrae Nacional, Chapecó, 2006; Prefeito Amigo
da Criança, ABRINQ, Chapecó, 2008, Vencedor da categoria Inclusão Produtiva na
etapa estadual do prêmio Prefeitura Empreendedora, promovido pelo Sebrae, em
2024.



































































Sua Administração também tem sido
reconhecida na geração de emprego, ficando geralmente entre as trinta melhores
do país, na Saúde, ficando em segundo lugar entre as cidades com mais de 200
mil habitantes do país, de acordo com o Previne Brasil; foi premiado
nacionalmente em ações como o Vacimóvel e Corujão da Saúde. Também já figurou
entre as oito Prefeituras que mais investiram no país e tem se destacado com
vários projetos, entre eles o Mão Amiga, que já atendeu mais de 600 pessoas em
situação de rua




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