Léia Alberti

Férias … e a rotina vira outra

Entre livros, piscina e celular: o equilíbrio possível nas férias

Bora Coprodução
Férias … e a rotina vira outra Rotina que muda

Aqui em casa, férias nunca foram sinônimo de silêncio ou casa arrumada — muito pelo contrário. A piscina vira uma bagunça diária, a bicicleta sai da garagem, as bolas vivem espalhadas pelo pátio e os patins só descansam quando a chuva aparece. E está tudo bem. Atividade física também é aprendizado, gasto de energia e saúde mental, especialmente nas férias.

Mas confesso: quando o assunto é manter a cabeça funcionando, o desafio é real. Tenho um filho com TDAH, para quem a concentração já é difícil na rotina normal, imagine longe da escola. E tenho outra que ama ler… desde que o livro tenha princesas, castelos e finais felizes. Cada um com seu jeito, suas preferências e seus limites.

Aqui, eu faço a minha parte: livro quase sempre nas mãos, leitura presente no dia a dia, dando o exemplo. Mas quem é mãe sabe — só o exemplo nem sempre basta. Então aprendi que facilitar é melhor do que impor. Em vez de obrigar, separo algumas opções e deixo que eles escolham. Um gibi, um livro curto, uma revista de caça-palavras, algo que faça sentido para cada um. Quando eles sentem que estão no controle, a resistência diminui, e a atividade flui.

Não precisa ser o dia inteiro, nem muito menos virar obrigação pesada. Uma hora já faz diferença. E, equilibrando leitura, brincadeira, piscina, bicicleta e movimento, fica até mais fácil liberar o celular por um tempinho — sem culpa e sem prejuízo. No fim das contas, férias são isso: bagunça, risadas, aprendizado disfarçado de brincadeira e o desafio diário de educar sem perder a leveza.



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